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As nove áreas do baguá, pela porta de entrada

Amigos protetores e viagens no baguá da sua casa

A área dos Amigos Protetores e das Viagens é o canto da direita da mesma parede em que fica a sua porta de entrada. No baguá da escola do Chapéu Negro ela responde pelo trigrama Qian, o céu, e cobre três assuntos que a tradição chinesa trata juntos: quem te ajuda, quem te ensina e para onde você vai. O elemento é o Metal, as cores são o cinza, o branco e o prateado, e a primeira providência é desocupar esse canto de tudo o que está ali só esperando a hora de descer.
Ninguém tem rede de apoio por sorte. Tem porque atendeu o telefone das outras pessoas antes.

O que essa área rege de verdade

Faça um teste meio desconfortável: se acontecer um problema sério hoje às onze da noite, para quem você liga? Se demorou para aparecer um nome, ou se o nome que apareceu é de alguém com quem você não fala há dois anos, esta casa do baguá é a sua. Ela não trata de popularidade nem de quantidade de contato no celular. Trata de uma coisa bem mais concreta, que é ter para quem ligar.

Qian é o único dos oito trigramas desenhado com três linhas cheias, sem nenhuma partida, e a imagem que a tradição chinesa dá a ele é o céu. Vale parar um segundo nessa figura, porque ela explica a casa inteira: o céu não tem viga, não tem coluna, não se apoia em nada visível, e mesmo assim está lá em cima todo santo dia. O que sustenta uma pessoa nas horas difíceis raramente é uma estrutura que aparece na foto, e quase sempre é gente.

Três assuntos moram aqui e parecem soltos até você olhar de perto: quem te ajuda, quem te ensina e o deslocamento. Cabem o mentor, o chefe que abriu uma porta, a professora que insistiu, a vizinha que empresta o carro, o amigo que atende de madrugada, o primo que indicou a vaga. E cabem as viagens, as mudanças de cidade e o transporte de todo dia. A tradição junta as duas famílias de assunto porque as duas vêm de fora: alguém que te tira do aperto e uma estrada que te tira do lugar são o mesmo movimento visto de ângulos diferentes.

Onde ela fica na sua casa

Volte para o lado de fora e entre pela porta principal, olhando para dentro sem girar o corpo. A parede que ficou às suas costas é a base do mapa, e ela tem três pedaços: canto esquerdo, meio, que quase sempre é a própria porta, e canto direito. Qian é o canto da direita, e a direita é sempre a de quem acabou de entrar, nunca a de quem olha a fachada da rua.

Existe aqui uma coincidência prática boa demais para deixar passar. Esse canto é, na maioria dos apartamentos, o lugar onde já ficam o aparador das chaves, o gancho do guarda-chuva e o ponto de largar a bolsa ao chegar. Chave é metal, e metal é o elemento desta casa; chave é também o objeto que abre a porta para você sair. Se quiser uma cura que não custa nada e não muda nada de lugar, é essa: dê a esse canto um recipiente de metal decente para as chaves, e passe a usar de verdade.

Na casa chinesa este mesmo canto é onde ficam as imagens dos protetores, os retratos de quem veio antes, o pequeno altar da família. Na casa brasileira, sem ninguém ter combinado nada, é onde costuma estar a prateleirinha do santo, a foto da avó que morreu, o terço pendurado atrás da porta, a fita amarrada no batente. Duas culturas que nunca conversaram chegaram ao mesmo canto da sala com a mesma intenção: deixar à vista quem cuida de você. Nas escolas que usam bússola, Qian é sempre o Noroeste e o mapa gira conforme o norte da planta; este portal segue a escola do Chapéu Negro, avisa da divergência em vez de fingir que existe uma versão só, e lembra que o mesmo desenho vale por cômodo.

A cor e o elemento que sustentam

No calendário chinês, o Metal é o outono: a estação da colheita, do que se guarda e do que se corta fora. É esse o elemento desta casa, e a escolha faz sentido para um setor que fala de quem fica ao seu lado quando o resto cai. Cinza, branco e prateado são as cores, e a forma do metal é o círculo. Traduzindo para a prateleira que já existe na sua casa: uma bandeja redonda de inox, um pote de alumínio, uma moldura prateada com a foto de alguém que te ajudou, um sino pequeno na porta, o molho de chaves numa tigela de metal.

A Terra alimenta o Metal, e é por isso que um pratinho de cerâmica embaixo da tigela de chaves é mais do que enfeite dentro da lógica da escola. O Fogo derrete o Metal, então uma vela grande acesa todo dia nesse canto, ou uma parede vermelha bem ali, puxa na direção contrária. Ninguém precisa se assustar com isso: não é proibição, é o mesmo raciocínio banal de não encostar o forno na geladeira.

Sobre as seis moedas chinesas amarradas com fita vermelha, que a internet vende exatamente para este canto, cabe uma explicação honesta. O número seis não é aleatório: é o número que cai em Qian no quadrado Lo Shu, aquele quadrado de nove casinhas em que toda linha soma 15, e as moedas são de metal, que é o elemento certo daqui. Ou seja, a lógica existe e é antiga. O que não existe é diferença entre a moeda comprada no bazar e uma tigela de metal que você já tem em casa, se a intenção for a mesma. Compre se achar bonito, não compre achando que o objeto é que trabalha.

O que dá para fazer hoje, sem comprar nada

Comece pela cura mais estranha desta página, que nem envolve a casa. Escreva três nomes: alguém que te ajudou e nunca ouviu obrigado, alguém que você admira e nunca procurou, alguém que sumiu e faz falta. Mande mensagem para um dos três hoje. É a única cura de feng shui que exige falar com um ser humano, e é a que tem efeito de verdade nesta casa, porque rede de apoio se constrói de um lado só, que é o seu.

Depois arrume o canto de fato. Tire dali o saco de lixo que espera a hora de descer, guarde os sapatos numa caixa fechada, deixe o chão livre e confira a lâmpada. Conserte a campainha ou o interfone se estiverem mudos, porque este é o setor de quem chega e é meio cômico manter o canto dos amigos protetores com a campainha quebrada há oito meses. Custa uma tarde e resolve uma coisa que incomoda todo mundo que te visita.

Por último, escolha o que fica à vista. Uma foto de quem te ajudou, um retrato de família, a imagem que você reza, o cartão de alguém que te ensinou, o ímã da cidade para onde você quer voltar. Se o assunto é viagem, deixe o mapa ou a foto do lugar no campo de visão e seja honesto sobre o que isso faz: não compra passagem, não marca data e não abre vaga nenhuma. Serve para o plano continuar existindo nos meses em que você esquece dele, que costumam ser todos.

Por onde começar, e por que nesta ordem

Comece pelo caminho, não pelo enfeite. O primeiro item é liberar o arco da porta e o chão desse canto, porque é a única coisa da lista que atrapalha todos os dias e atrapalha todo mundo que entra, inclusive a visita que aparece uma vez por ano. Custa zero, leva dez minutos e muda a primeira cena que você vê ao chegar em casa.

O segundo é consertar o que está estragado na entrada: o interruptor solto, a tranca dura, o gancho arrancado da parede. Vem antes de qualquer objeto novo por um motivo simples: coisa quebrada no setor de quem chega é decisão adiada em exposição, e nenhuma peça bonita cobre isso. O terceiro é escolher o que fica à vista, e só depois disso, se você quiser, entra alguma coisa comprada.

O critério que ordenou essa fila é impacto, nunca dificuldade: primeiro o que incomoda todo dia, depois o que está estragado, depois o que é decisão sua, e por último o que custa dinheiro. Se você inverter, termina com um canto bonito e uma porta que continua batendo na sapateira. A parte que envolve gente não entra nessa ordem porque não depende do canto: ela pode acontecer no mesmo dia, do sofá, com o celular na mão.

Os erros que quase todo mundo comete

O engano mais frequente é esperar que o canto trabalhe sozinho. Nenhuma prateleira faz o telefone tocar, nenhuma tigela de metal traz gente nova, e qualquer texto que prometa isso está vendendo outra coisa. O canto é lembrete, não é imã. Ele existe para você ver todo dia o rosto de quem importa e lembrar de responder aquela mensagem que está há duas semanas esperando.

O segundo é o mais brasileiro de todos: usar o canto como estação de lixo. Em muitos apartamentos o saco espera ali perto da porta, junto com as sacolas da reciclagem, os sapatos sujos e a caixa que vai para o correio um dia desses. É o uso mais compreensível do espaço e o que mais contraria o mapa, e a solução não tem nada de místico: uma lixeira com tampa em outro lugar e a decisão de descer o lixo na hora em que ele fica pronto.

O terceiro é encher o canto de gente com quem você está brigado. Foto do chefe que te humilha, o contrato pendurado no mural, a carta que você não respondeu: se você olha para aquilo e aperta o estômago, o canto deixou de ser dos protetores e virou o da cobrança. Deixe ali só quem você olharia com alívio se batesse na sua porta agora.

Onde as escolas divergem, e qual a gente segue

Duas coisas separam as escolas nesta área, e a primeira é de método. O Chapéu Negro monta o mapa a partir da porta de entrada, e é por isso que aqui Qian é sempre o canto da direita de quem entrou. A escola tradicional trabalha com bússola e fixa Qian no Noroeste da casa, esteja a porta onde estiver. Quem já mediu a planta e chegou a outro canto não errou nada, está em outro sistema.

A segunda diferença é sobre o que o setor rege, e ela é maior do que parece. Na leitura do Chapéu Negro, Qian é dos amigos protetores, dos mentores e das viagens. Na tradição clássica, o Noroeste é o setor do patriarca, do chefe da casa, de quem sustenta e decide, porque Qian é o trigrama do pai na família dos oito trigramas. As duas leituras mandam pôr coisas diferentes ali: uma pede o rosto de quem te ajuda, a outra pede o lugar de quem responde pela casa, e não é raro que na casa chinesa clássica seja ali o quarto ou a escrivaninha do mais velho.

Repare no que sobra igual nas duas, porque é aí que mora o sentido do setor: as duas tratam de quem responde por você quando o assunto é maior do que você. Este portal segue a leitura do Chapéu Negro, com o canto contado pela porta e o assunto lido como rede de apoio, porque é a escola que a vertical inteira adota e trocar de escola no meio do caminho não faz sentido nenhum. O erro nunca é escolher uma escola. O erro é misturar duas e ficar com dois cantos disputando a mesma decisão.

Você sabia?

O nome dessa casa em chinês é guì rén (貴人), que ao pé da letra dá pessoa valiosa e que no uso comum significa algo bem mais específico: a pessoa que aparece na hora certa e destrava o que você não destravaria sozinho. É expressão viva, dita em conversa de todo dia, e falar que alguém encontrou um guì rén é dizer que a vida daquela pessoa mudou por causa de alguém que chegou de fora. O português não tem palavra exata para isso, e por isso as traduções da escola oscilam entre amigos protetores, benfeitores e mentores. A gente diz padrinho, diz anjo, diz quem quebrou o galho. As três chegam perto, nenhuma chega inteira, e talvez seja essa a razão de este canto do mapa passar tão despercebido no Brasil: é difícil reservar um lugar da casa para uma coisa que a gente nem consegue nomear direito.

A área no mapa da casa

Porta de entrada
Fique do lado de fora e entre. A parede que ficou atrás de você é a linha de baixo desta grade, e a de cima é a parede do fundo. Este é o baguá da escola do Chapéu Negro, que orienta pela porta. A escola tradicional orienta pela bússola e chegaria a outro desenho na mesma casa.

A ficha da área

Trigrama

☰ Qian

Elemento

Metal

Cores

cinza, branco e prateado

Onde fica

o canto da direita na mesma parede da porta

Os sinais de que esse canto está pedindo atenção

Nenhum item desta lista é sobre a sua vida, todos são sobre o espaço. Dá para conferir de pé, agora, olhando para o canto.

Você precisa empurrar a porta com força ou entrar de lado, porque tem sapateira, caixa ou cesto atrás dela.

A escola do Chapéu Negro mede muita coisa pelo arco que a porta desenha ao abrir: se ela não vai até o fim, todo mundo que chega entra espremido, inclusive você. É o item mais barato desta página, porque a solução costuma ser afastar um objeto uns vinte centímetros. Faça o teste agora, abra a porta devagar até ela encostar na parede e repare onde ela para.

A porta vive escancarada o dia inteiro e cobre justamente esse pedaço de parede.

Acontece muito em apartamento pequeno, onde a porta aberta acaba servindo de divisória improvisada. A área continua existindo, só que fora do seu campo de visão, e canto que você não olha não cumpre a única função que a escola dá a ele, que é lembrar. Se a porta precisa ficar aberta, trabalhe a parte do canto que sobra à vista, ou prenda a porta num ângulo menor com um peso no chão.

O olho mágico está embaçado, a maçaneta está bamba ou a tranca só gira no capricho.

Este é o setor de quem chega, e a tradição olha para o estado da entrada antes de olhar para qualquer coisa pendurada nela. Nada do que você puser ali compensa uma fechadura que não fecha direito. Conserto de porta costuma sair barato e some da lista de pendências no mesmo dia, o que é raro em qualquer lista de casa.

Tudo o que está parado ali depende de outra pessoa: o presente que você não entregou, o livro emprestado, a sacola de devolução, a peça que o vizinho pediu emprestada.

Repare que cada um desses objetos é uma conversa em pausa. Esse canto acumula exatamente isso porque fica no caminho da rua, e o efeito é você passar todo dia por uma pilha de combinados sem fecho. Resolva um por semana: o canto esvazia sozinho e a pessoa do outro lado do combinado volta a ouvir a sua voz.

Os únicos contatos à vista nesse canto são de serviço: o ímã do gás, o cartão do chaveiro, o folheto do mercado.

Não tem nada de errado com o ímã do gás, ele é útil e está bem onde está. O sinal é a ausência do resto: nenhuma daquelas pessoas te conhece pelo nome. Um bilhete, um cartão ou uma foto de alguém que te ajudou muda a natureza do canto sem precisar tirar o ímã de lugar nenhum.

O checklist desta área

  1. 1Escreva três nomes de pessoas que te ajudaram e mande mensagem para uma delas hoje.
  2. 2Desocupe o canto da direita da parede da porta, tirando de lá o lixo, a reciclagem e os sapatos.
  3. 3Ponha um recipiente de metal para as chaves nesse canto e passe a usar todo dia ao chegar.
  4. 4Deixe à vista a foto ou a imagem de quem cuida de você, e tire dali o que te dá aperto no estômago.
  5. 5Conserte a campainha, o interfone ou a lâmpada da entrada que estiverem sem funcionar.
  6. 6Se tem viagem no plano, deixe o mapa ou a foto do lugar no campo de visão desse canto.
  7. 7Responda hoje a mensagem mais antiga que está esperando resposta no seu celular.

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Veja onde cai cada uma das nove áreas na planta da sua casa

A grade das nove áreas se encaixa na sua planta a partir da porta de entrada, e cada cruzamento vem com a leitura pelos cinco elementos e o que dá para fazer hoje.

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Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

Posso pôr santo, terço ou foto de quem já morreu nesse canto?
Pode, e é exatamente o que a tradição chinesa faz nesse mesmo lugar, com outros nomes e outras imagens. A escola do Chapéu Negro não pede fé em coisa nenhuma nem sugere que você troque a sua: o canto dos protetores é onde fica à vista quem cuida de você, e cada família preenche isso com o que acredita. Santo, orixá, foto da avó, a bíblia da mãe, a carta de um professor, tudo cabe ali. O único critério é o que você sente ao olhar: se dá conforto, está no lugar certo.
Esse canto é justamente onde eu deixo o lixo para descer. É muito ruim?
Não é tragédia e não precisa de reforma, mas é o item desta página que mais vale mexer. O canto perto da porta é prático para o lixo pelo mesmo motivo que o mapa o reservou para quem chega: é o ponto de contato com a rua. O que a escola pede é que o primeiro e o último pedaço de casa que você vê no dia não seja um saco esperando. Uma lixeira com tampa em outro cômodo, ou a decisão de descer o lixo na hora em que ele fecha, resolve sem custo. Se não tiver como mudar de lugar, pelo menos uma tampa e um horário fixo já mudam a cena.
A parte de viagens serve para quem não viaja?
Serve, porque a leitura da escola é de deslocamento e não de turismo. Cabe a mudança de casa, a ida para outra cidade a trabalho, o ônibus que você pega todo dia, o filho que foi morar fora, a visita à família no interior. Se nada disso está em jogo agora, esta casa continua com a metade mais forte dela de pé, que é a das pessoas. Não existe obrigação de usar os dois assuntos ao mesmo tempo, e ninguém precisa colar foto de praia na parede para o setor fazer sentido.
Arrumar esse canto atrai amigos e ajuda nova?
Não, e quem escreve que sim está prometendo o que não pode entregar. Nada pendurado numa parede faz outra pessoa pensar em você. O que acontece de concreto é mais modesto e mais útil: um canto arrumado, com o rosto de quem te ajudou à vista, funciona como lembrete diário de ligar, de agradecer e de pedir quando for preciso. Rede de apoio se constrói telefonando, aparecendo em aniversário e ajudando antes de precisar. A área serve para você lembrar de fazer isso, e não para fazer no seu lugar.
Entro em casa pela garagem ou pela porta da cozinha. Qual porta conta para o mapa?
Conta a porta principal do imóvel, aquela que uma visita usaria e que o projeto tratou como entrada social, mesmo que você entre por outra todo santo dia. A escola do Chapéu Negro chama esse ponto de boca do espaço, e a ideia é que ele é por onde a vida entra na casa, não por onde o carro entra. Se a porta principal vive trancada e ninguém usa mais, existe uma providência boa e sem custo: abra e use ela de vez em quando, nem que seja para pegar a correspondência. E vale sempre o desenho menor, aplicando o mesmo mapa no cômodo em que você passa mais tempo, contado da porta daquele cômodo.
Qual é a diferença entre a área dos Amigos Protetores e a da Família?
As duas falam de gente, por isso se confundem tanto. A da Família fica no meio da parede da esquerda de quem entra e trata de raiz: quem veio antes, o sobrenome, o que se herdou, as pessoas com quem você não escolheu conviver. Esta aqui trata de quem chegou depois e por escolha, sua ou da outra pessoa: o mentor, o amigo, quem te deu carona no dia em que ninguém deu. Um exemplo resolve: se o retrato do seu tio está ali porque ele é da família, o assunto é da outra casa do baguá; se está porque foi ele quem te arrumou o primeiro emprego, o assunto é deste canto. Ninguém é multado por trocar os dois, e muita coisa cabe honestamente nos dois lugares.

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