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O mapa astral de Vanderlei Luxemburgo

Jogador de Flamengo, Internacional e Botafogo entre 1971 e 1980, Vanderlei Luxemburgo virou um dos treinadores mais vencedores do futebol brasileiro: cinco Campeonatos Brasileiros por quatro clubes diferentes, Palmeiras em 1993 e 1994, Corinthians em 1998, Cruzeiro em 2003 e Santos em 2004. Comandou a Seleção Brasileira entre 1998 e 2000, com a Copa América de 1999 conquistada invicta, e dirigiu o Real Madrid entre dezembro de 2004 e dezembro de 2005.

Nascimento: 10 de maio de 1952, às 07:00, em Rio de Janeiro, RJ, Brasil. Fonte do horário: Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/wanderley-luxemburgo/), nota AA - Registro de nascimento citado.

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A geometria real do céu de 10/05/1952

O céu em números

  • Sol19°40' Touro · casa 12
  • Lua27°08' Escorpião · casa 6
  • Ascendente28°26' Touro · casa 1
  • Meio do Céu3°01' Peixes · casa 10
  • Mercúrio24°15' Áries · casa 11
  • Vênus7°25' Touro · casa 12
  • Marteretrógrado7°12' Escorpião · casa 6
  • Júpiter2°44' Touro · casa 11
  • Saturnoretrógrado8°58' Libra · casa 5
  • Urano11°05' Câncer · casa 2
  • Netunoretrógrado19°34' Libra · casa 5
  • Plutão19°06' Leão · casa 3
  • Quíronretrógrado12°11' Capricórnio · casa 8
  • Lilith4°46' Leão · casa 3

Sol, Lua, Ascendente e o elenco

o trabalho fora de campo

Sol em Touro, casa 12

Treinador é a única figura de um jogo de futebol que não entra em campo, e o Sol dele, que mostra a essência da pessoa, está em Touro, o signo da constância e do que se planta, dentro da casa 12, o setor do que acontece longe dos olhos da plateia. É uma leitura estranhamente exata: o ofício dele acontece no vestiário, no CT e na prancheta, e o resultado aparece com onze outros nomes na escalação.

o humor do grupo

Lua em Escorpião, casa 6

A marca dele sempre foi a gestão de elenco, o tipo de trabalho que se faz na conversa interna e não na entrevista coletiva. É uma Lua no último grau de Escorpião, o signo da intensidade que não perdoa, dentro da casa 6, a do trabalho de todo dia. A Lua descreve o mundo emocional, e Escorpião não administra grupo com diplomacia, administra com temperatura.

a presença que não recua

Ascendente em Touro

Ele atravessou cinco décadas de futebol brasileiro assumindo o comando sem pedir licença e sustentando a própria versão do jogo até o fim. Combina com um Ascendente no último grau de Touro, a 28 graus e 45 centésimos. Touro é a porta de entrada de quem chega firme e não sai do lugar.

a fala direta

Mercúrio em Áries, casa 11

As entrevistas coletivas dele viraram parte do produto, e ele raramente saiu de uma delas sem gerar assunto para a semana inteira. Mercúrio, o ponto que descreve o modo de falar, está nele em Áries, o signo de quem diz a frase antes de medir o efeito, na casa 11, a do grupo e da torcida. Áries fala primeiro.

o gosto pelo que dá resultado

Vênus em Touro, casa 12

Ele nunca foi vendido como treinador de estética e sim como treinador de resultado, e o currículo é uma lista de campeonatos, não de conceitos de jogo. Vênus, o ponto do que a pessoa acha bom, está nele em Touro, o signo mais prático do zodíaco, também na casa 12. Touro gosta do que funciona e do que se sustenta.

a força no treino

Marte em Escorpião, casa 6

A partida dura noventa minutos e a semana de preparação dura seis dias, e é para lá que o esforço realmente vai. Marte, que mostra por onde sai a energia de alguém, está em Escorpião, o signo que insiste sem alarde, retrógrado, na casa 6, a do trabalho diário. Retrógrado é o planeta que aparenta andar para trás, e a tradição lê isso como energia aplicada para dentro.

O que o mundo vê, e onde isso mora no mapa

Cinco títulos, quatro escudos

Lua e Marte reunidos em Escorpião na casa 6, a do trabalho diário

A casa 6 é o setor do ofício de todo dia, da repetição e da rotina que constrói resultado. Ele tem ali a Lua, que é o clima do grupo, e Marte, que é a energia aplicada. O currículo bate com uma precisão incomum: cinco Campeonatos Brasileiros conquistados por quatro clubes diferentes, Palmeiras em 1993 e 1994, Corinthians em 1998, Cruzeiro em 2003 e Santos em 2004. Ganhar com elencos, cidades e orçamentos tão distintos significa que o que se repetia não era o time, era o método.

A seleção como turma

Júpiter em bom ângulo com o Meio do Céu, a 0,28 grau

Júpiter é o planeta da expansão e o Meio do Céu é o ponto que representa a posição pública da pessoa, e no mapa dele os dois conversam a menos de três décimos de grau, o que é praticamente exato. Costuma descrever quem chega ao cargo mais alto do próprio ofício. Ele assumiu a Seleção Brasileira em agosto de 1998 e venceu a Copa América de 1999 sem perder um jogo. Não existe cargo mais alto do que esse na profissão dele.

Sessenta e cinco por cento que não mudam

distribuição de qualidades: 65% fixo, 20% cardinal, 15% mutável

Fixo é o naipe de quem não muda de convicção, e ele tem 65% do mapa ali, com só 15% de mutável. Descreve alguém que carrega o próprio jeito de trabalhar para onde quer que vá, em vez de se moldar ao lugar. É o retrato de uma carreira em que ele passou por dezenas de clubes, do interior paulista ao Real Madrid, sempre com a mesma assinatura de trabalho, e em que os conflitos que teve foram sempre da mesma natureza.

Terra em 42%

distribuição de elementos: 42% terra, 34% água, 14% fogo, 10% ar

Terra é o naipe do concreto, do corpo, da preparação e do resultado medido, e ele tem 42% do mapa ali, com o ar, o naipe da teoria e da abstração, em apenas 10%. É uma distribuição que descreve um profissional de campo e não de sala de aula. Bate com um currículo que se lê em números e não em ideias: cinco títulos nacionais, uma Copa América invicta e passagens por praticamente todos os grandes clubes brasileiros ao longo de cinco décadas.

O ano no clube maior do mundo

Saturno retrógrado na casa 5, a do jogo

A casa 5 é o setor do jogo, do brincar e da criação, e ele tem ali Saturno, o planeta do limite e da cobrança, andando de trás para frente. Costuma descrever quem trata como trabalho aquilo que para os outros é diversão, e quem encontra teto exatamente ali. Ele foi contratado pelo Real Madrid em 30 de dezembro de 2004 e demitido em 5 de dezembro de 2005: um ano redondo no clube mais exposto do planeta, e a mais visível das passagens dele fora do Brasil, que incluem ainda times da Arábia Saudita e da China.

As conversas do céu

O gosto contra a garra

Vênus de frente para Marte, a 0,22 grau

Vênus é o que agrada e Marte é o que enfrenta, e no mapa dele os dois estão em oposição quase exata. Costuma descrever quem alterna entre encantar e brigar, sem escala no meio. É uma leitura consistente com uma figura pública que sempre dividiu o futebol brasileiro entre quem o considera um dos maiores treinadores da história do país e quem não vai com a cara dele.

O comando encarado de frente

Lua de frente para o Ascendente, a 1,29 grau

A Lua está do lado oposto à porta de entrada do mapa, o que na leitura tradicional joga a vida emocional dele para o território do outro, do adversário e do parceiro. Costuma descrever quem se define pela relação, para o bem e para o mal. Num ofício em que se ganha e se perde emprego pela relação com elenco, diretoria e imprensa, isso não é detalhe, é o trabalho inteiro.

A identidade contra o poder

Sol em ângulo tenso com Plutão, a 0,56 grau

O Sol é quem a pessoa é e Plutão é o planeta do poder que remexe estruturas, e no mapa dele os dois se atritam a pouco mais de meio grau. Costuma dar quem tem uma relação intensa com autoridade, tanto para exercê-la quanto para chocar-se com ela. Em cinco décadas de futebol, ele foi o comandante em quase todos os lugares por onde passou, e passou por muitos.

Elementos e aspectos

A mistura dos elementos

  • terra42%
  • Água34%
  • fogo14%
  • ar10%

Os aspectos mais apertados

  • Vênus oposição Marte · 0,22° de folga
  • Júpiter sextil Meio do Céu · 0,28° de folga
  • Lua quadratura Nodo Norte · 0,45° de folga
  • Netuno sextil Plutão · 0,45° de folga
  • Sol quadratura Plutão · 0,56° de folga
  • Urano oposição Quíron · 1,1° de folga

Você sabia?O nome dele circula com duas grafias, Vanderlei e Wanderley, e não é erro de imprensa: o registro é Vanderlei Luxemburgo da Silva, e ele próprio assinou muitas vezes como Wanderley ao longo da vida. É um dos raríssimos casos de personalidade pública brasileira em que as duas versões do nome convivem sem que uma tenha vencido a outra.

Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

De onde vem a hora de nascimento de Vanderlei Luxemburgo?
Da fonte declarada logo abaixo do título, Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/wanderley-luxemburgo/), nota AA - Registro de nascimento citado. A regra da casa é não publicar mapa sem origem de horário: hora sem fonte transforma o Ascendente e todas as casas em chute, e é justamente aí que a leitura muda mais. Quando a confiança do registro é média, a própria página avisa.
Ter o mesmo signo de Vanderlei Luxemburgo quer dizer ser parecido com Vanderlei Luxemburgo?
Não, e a lista de pontos aqui do lado mostra por quê. Além do Sol em Touro, Vanderlei Luxemburgo tem Lua em Escorpião e Ascendente em Touro, e cada um dos outros astros num grau e numa casa. Duas pessoas do mesmo signo solar quase nunca repetem o resto do desenho.
Se a hora estiver um pouco errada, o que muda?
Mudam o Ascendente e a divisão das casas, que dependem da rotação da Terra e viram depressa: poucos minutos já podem trocar o signo que subia no horizonte. Os astros mais lentos praticamente não saem do lugar, então a leitura deles por signo continua de pé mesmo quando o horário é aproximado.
Como comparo o meu mapa com este?
Calcule o seu de graça na calculadora que fica logo abaixo: ela devolve a mesma roda e a mesma lista de pontos que você está vendo aqui. Com os dois lado a lado, fica fácil reparar no que se repete e no que é só seu.

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