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O mapa astral de Thierry Henry

Thierry Henry chegou ao Arsenal em 1999 como ponta e foi transformado em centroavante por Arsène Wenger. Saiu como maior artilheiro da história do clube, com 228 gols, quatro vezes artilheiro do Campeonato Inglês, campeão mundial em 1998 e europeu em 2000 pela França, e integrante do time invicto de 2003 e 2004. Depois virou peça de um trio no Barcelona. O mapa dele tem três pontos na casa do outro, e isso conta muito da história.

Nascimento: 17 de agosto de 1977, às 18:45, em Palaiseau, França. Fonte do horário: Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/thierry-henry/), nota AA: registro de nascimento citado.

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A geometria real do céu de 17/08/1977

O céu em números

  • Sol24°38' Leão · casa 7
  • Lua28°50' Virgem · casa 8
  • Ascendente9°33' Capricórnio · casa 1
  • Meio do Céu11°53' Escorpião · casa 10
  • Mercúrio19°43' Virgem · casa 8
  • Vênus17°09' Câncer · casa 7
  • Marte20°55' Gêmeos · casa 6
  • Júpiter29°30' Gêmeos · casa 6
  • Saturno20°57' Leão · casa 7
  • Urano8°08' Escorpião · casa 9
  • Netunoretrógrado13°23' Sagitário · casa 11
  • Plutão12°16' Libra · casa 8
  • Quíronretrógrado5°45' Touro · casa 3
  • Lilith12°52' Gêmeos · casa 5

Sol, Lua, Ascendente e o elenco

o brilho que precisa de dupla

Sol em Leão, casa 7

Leão é o signo do protagonismo, e é lá que está o Sol dele, ponto que descreve a essência de uma pessoa, mas ele cai na casa 7, o setor do parceiro e daquele que está do outro lado. É uma combinação curiosa: o brilho existe, mas se acende junto de alguém. A parceria dele com Dennis Bergkamp e Patrick Vieira no Arsenal invicto de 2003 e 2004 é um retrato disso.

a exigência técnica

Lua em Virgem, casa 8

A Lua, ponto do que a pessoa sente e do que ela precisa para ficar em paz, está nele quase no fim de Virgem, o signo do acabamento perfeito, dentro da casa 8, a das coisas que se levam a sério demais. É o desenho de quem não relaxa enquanto o detalhe não estiver certo. Marcar 228 gols por um clube só exige exatamente esse tipo de inquietação.

a frieza como entrada

Ascendente em Capricórnio

Capricórnio é o signo da compostura, daquele que não demonstra o que está sentindo, e é ele que abre o mapa dele: o Ascendente, ponto que funciona como porta de entrada, está a quase dez graus dali. Combina com um atacante cuja marca registrada era a calma dentro da área, a finalização sem afobação, o gesto econômico onde os outros chutavam com força.

a cabeça que desmonta a jogada

Mercúrio em Virgem, casa 8

Mercúrio, ponto do raciocínio, está nele em Virgem, o signo da análise minuciosa, dentro da casa 8, a do que se investiga a fundo. Depois de parar de jogar, em 2010, ele virou comentarista e treinador, ou seja, transformou o próprio jogo em objeto de estudo. É o tipo de cabeça que continua trabalhando depois que a partida acabou.

o gosto pela família do vestiário

Vênus em Câncer, casa 7

Vênus, ponto do afeto e do que encanta, está nele em Câncer, o signo do vínculo próximo, na mesma casa 7 do Sol, a das relações de dois. É um gosto que se realiza no grupo pequeno e leal, não na multidão. Ele passou oito temporadas no Arsenal e é lembrado tanto pelos gols quanto pelo pertencimento àquele elenco específico.

a velocidade como arma

Marte em Gêmeos, casa 6

Marte, ponto da força e do impulso físico, está nele em Gêmeos, o signo da agilidade e da mudança de direção, dentro da casa 6, a do ofício de todo dia. Não é a força bruta do centroavante clássico: é a arrancada, o corte, a mudança de ritmo. E ele forma com Saturno o ângulo mais fechado do mapa, o que dá disciplina a essa velocidade toda.

O que o mundo vê, e onde isso mora no mapa

A explosão que anda com relógio

Marte em sextil com Saturno, a 0,03 grau

Marte é o arranque e Saturno é a estrutura que faz o arranque render, e no mapa dele os dois conversam com três centésimos de grau de folga, o ângulo mais fechado de toda a carta. Costuma dar quem tem explosão física acompanhada de método, coisa rara. Ele foi quatro vezes artilheiro do Campeonato Inglês, um recorde, e terminou como maior goleador da história do Arsenal, com 228 gols, ultrapassando a marca de Ian Wright em outubro de 2005.

A casa do ofício que precisou ser reaprendido

Marte e Júpiter em Gêmeos na casa 6

A casa 6 é o setor do trabalho repetido, do treino e do corpo que executa a mesma tarefa mil vezes. Dois planetas dele estão ali, os dois em Gêmeos, o signo da adaptação rápida. Quando chegou ao Arsenal, em 1999, ele jogava pelos lados do campo, e Arsène Wenger o transformou em centroavante logo de saída. Recém-chegado da Itália, ele teve de reaprender a profissão inteira, e a casa 6 é exatamente onde isso acontece.

Três pontos na casa do outro

Sol, Vênus e Saturno na casa 7, a do parceiro

A casa 7 é o pedaço do céu que trata do parceiro, daquele que fica do outro lado da relação. Três pontos do mapa dele estão ali, incluindo o Sol. Depois de ser o homem principal do Arsenal por oito anos, ele foi para o Barcelona e virou um terço de um trio com Lionel Messi e Samuel Eto'o, que juntos marcaram 72 gols na temporada 2008 e 2009 e ganharam tudo. Ele aceitou não ser o centro, e foi ali que conquistou a Liga dos Campeões.

A frieza dentro da área

Ascendente em Capricórnio com a Lua e Mercúrio em Virgem

Capricórnio na porta do mapa e dois pontos em Virgem, o signo da precisão, desenham um jogador de temperatura baixa e cálculo alto. É a assinatura de um atacante que ficou conhecido por colocar a bola no canto em vez de chutar forte, e que atravessou dez anos de altíssimo nível sem oscilar de temporada para temporada. Um invicto de campeonato inteiro, como o Arsenal de 2003 e 2004, se constrói com esse tipo de constância.

O que ele guardou para si

Lua, Mercúrio e Plutão na casa 8

A casa 8 é o setor do que fica embaixo da superfície, do que a pessoa não coloca na mesa. Três pontos do mapa dele estão ali, entre eles a Lua e Mercúrio, ou seja, o que sente e o que pensa. É um desenho comum em gente pública que mantém uma parte considerável de si fora do alcance, e ele construiu uma carreira inteira de altíssima exposição sem nunca virar personagem de escândalo.

As conversas do céu

O sentir contra o exagero

Lua em quadratura com Júpiter, a 0,67 grau

A Lua é a emoção e Júpiter é o que aumenta tudo, e no mapa dele os dois se estranham de perto. Costuma dar quem vive uma cobrança interna maior que a de fora, achando sempre que dava para render mais. Numa carreira com 51 gols pela seleção francesa e um recorde de artilharia no Arsenal, esse tipo de insatisfação é o que costuma sustentar o número.

A pressa contra o detalhe

Mercúrio em quadratura com Marte, a 1,21 grau

Mercúrio quer analisar e Marte quer executar já, e no mapa dele os dois brigam. Costuma dar quem pensa rápido demais para o próprio corpo, ou rápido demais para o dos outros. Num atacante que decidia jogada em fração de segundo, essa tensão vira vantagem competitiva; fora do campo, costuma virar impaciência.

O inesperado no jeito de chegar

Urano em sextil com o Ascendente, a 1,41 grau

Urano é o planeta da coisa que ninguém previu, e no mapa dele conversa bem com a porta de entrada da carta. Costuma dar quem surpreende justo quando parece previsível. Ele mudou de posição, de país e de função ao longo da carreira, e depois de pendurar as chuteiras virou comentarista e treinador, sempre saindo do lugar em que o público o tinha colocado.

Elementos e aspectos

A mistura dos elementos

  • terra37%
  • Água24%
  • fogo20%
  • ar19%

Os aspectos mais apertados

  • Marte sextil Saturno · 0,03° de folga
  • Netuno oposição Lilith · 0,51° de folga
  • Plutão trígono Lilith · 0,61° de folga
  • Lua quadratura Júpiter · 0,67° de folga
  • Vênus quadratura Nodo Norte · 0,87° de folga
  • Netuno sextil Plutão · 1,12° de folga

Você sabia?Na temporada 2003 e 2004, o Arsenal dele atravessou o campeonato inglês inteiro sem perder uma única partida, façanha que nenhum time havia repetido em mais de um século. E o mapa de Thierry Henry tem uma simetria estranha para uma carreira desse tipo: as três qualidades do zodíaco ficam praticamente empatadas: os cardinais com 32%, os fixos com 34% e os mutáveis com 34%. Constância, adaptação e iniciativa na mesma proporção.

Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

De onde vem a hora de nascimento de Thierry Henry?
Da fonte declarada logo abaixo do título, Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/thierry-henry/), nota AA: registro de nascimento citado. A regra da casa é não publicar mapa sem origem de horário: hora sem fonte transforma o Ascendente e todas as casas em chute, e é justamente aí que a leitura muda mais. Quando a confiança do registro é média, a própria página avisa.
Ter o mesmo signo de Thierry Henry quer dizer ser parecido com Thierry Henry?
Não, e a lista de pontos aqui do lado mostra por quê. Além do Sol em Leão, Thierry Henry tem Lua em Virgem e Ascendente em Capricórnio, e cada um dos outros astros num grau e numa casa. Duas pessoas do mesmo signo solar quase nunca repetem o resto do desenho.
Se a hora estiver um pouco errada, o que muda?
Mudam o Ascendente e a divisão das casas, que dependem da rotação da Terra e viram depressa: poucos minutos já podem trocar o signo que subia no horizonte. Os astros mais lentos praticamente não saem do lugar, então a leitura deles por signo continua de pé mesmo quando o horário é aproximado.
Como comparo o meu mapa com este?
Calcule o seu de graça na calculadora que fica logo abaixo: ela devolve a mesma roda e a mesma lista de pontos que você está vendo aqui. Com os dois lado a lado, fica fácil reparar no que se repete e no que é só seu.

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