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O mapa astral de Gary Payton

Gary Payton foi o primeiro armador da história da NBA a levar o prêmio de melhor defensor do ano, em 1996, e ficou vinte e seis anos como o único até Marcus Smart repetir a façanha. Ganhou o apelido de The Glove pela marcação e ficou igualmente famoso pela boca: era o maior provocador da liga. O mapa dele coloca três pontos na região que a astrologia associa justamente à fala.

Nascimento: 23 de julho de 1968, às 00:52, em Oakland (CA), Estados Unidos. Fonte do horário: Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/gary-payton/), nota AA: registro de nascimento citado.

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A geometria real do céu de 23/07/1968

O céu em números

  • Sol0°30' Leão · casa 4
  • Lua5°44' Câncer · casa 3
  • Ascendente11°31' Touro · casa 1
  • Meio do Céu24°54' Capricórnio · casa 10
  • Mercúrio14°36' Câncer · casa 3
  • Vênus9°34' Leão · casa 4
  • Marte21°17' Câncer · casa 3
  • Júpiter6°25' Virgem · casa 5
  • Saturno25°21' Áries · casa 12
  • Urano26°11' Virgem · casa 6
  • Netunoretrógrado23°48' Escorpião · casa 7
  • Plutão20°53' Virgem · casa 5
  • Quíronretrógrado3°14' Áries · casa 12
  • Lilith3°51' Gêmeos · casa 1

Sol, Lua, Ascendente e o elenco

o primeiro grau do signo do orgulho

Sol em Leão, casa 4

Ninguém nunca acusou o Gary Payton de ser discreto, e o Sol dele, que é o núcleo da pessoa, está no primeiro grau de Leão, o signo do peito estufado e da presença que ocupa a quadra inteira, na casa 4, a das raízes.

o time como família

Lua em Câncer, casa 3

Ele tratava companheiro de time como parente e adversário como invasor de quintal, e a Lua do Payton está em Câncer, o signo do pertencimento e da proteção do que é seu, na casa 3, a do dia a dia próximo.

a parede que aparece na sua frente

Ascendente em Touro

Grudar no adversário até ele perder a paciência pede um corpo que não sai do lugar, e o Ascendente do Payton, que é o que se apresenta antes de qualquer coisa, é Touro, exatamente esse signo. Antes de qualquer palavra, o que o adversário encontrava pela frente era um obstáculo parado no caminho.

a boca como arma

Mercúrio em Câncer, casa 3

A fala dele vinha sempre em volume máximo, e o Mercúrio do Payton está em Câncer, na casa 3, a casa da conversa, da língua e do recado. Um Mercúrio ocupando a própria casa é, na tradição, a fala em estado bruto. Ele é o jogador mais associado à provocação verbal na história da liga, e está entre os que mais tomaram faltas técnicas.

o gosto pelo espetáculo

Vênus em Leão, casa 4

Jogar bem sem que ninguém veja, para ele, era meio desperdício, e a Vênus do Payton está em Leão, signo do brilho e da plateia, na casa 4. Casa com um defensor que transformava a marcação em número de palco, com plateia, gesto e comentário em voz alta.

a agressividade que sai pela palavra

Marte em Câncer, casa 3

O planeta da guerra plantado bem na região do mapa que fala de comunicação: o Marte do Payton está em Câncer, na casa 3. Não existe descrição astrológica mais literal do jogador que fazia da conversa parte da marcação.

O que o mundo vê, e onde isso mora no mapa

Três pontos na casa da língua

Lua, Mercúrio e Marte juntos na casa 3, a da fala

A casa 3, na astrologia, é a região do mapa que trata de falar, responder e mandar recado. Nesse pedaço do mapa do Payton se juntam a Lua do que ele sente, o Mercúrio da voz e, o mais improvável dos três, o Marte da agressividade. Marte na casa da fala é literalmente briga feita de palavra. Ele construiu uma carreira inteira sobre isso, provocando adversários durante os quarenta e oito minutos, e figura entre os líderes históricos da NBA em faltas técnicas.

A luva

Marte num encaixe com Plutão, a 0,4 grau

Marte é a energia de atacar e Plutão é a pressão que não afrouxa. No mapa dele os dois se entendem a 0,4 grau, uma distância curtíssima, e a interpretação de sempre é a de quem consegue manter intensidade máxima por tempo indeterminado sem se desgastar. O apelido The Glove pegou nas finais de conferência de 1993, contra o Phoenix, e era sobre exatamente isso: um defensor que ficava colado, posse após posse, até o outro parar de querer a bola.

O prêmio que nenhum armador tinha levado

Sol no primeiro grau de Leão, o do que vem primeiro

Em 1996 ele virou o primeiro armador a ganhar o prêmio de melhor defensor do ano da NBA, numa premiação historicamente dominada por pivôs e alas, gente muito maior que ele. Ficou sozinho nessa lista até 2022. O Sol dele está no primeiro grau de Leão, o ponto exato em que aquele signo começa, e a astrologia lê o grau inicial como energia de estreia. Não é destino, é uma rima que fecha bem demais.

Treze temporadas no mesmo endereço

Ascendente em Touro e 36% do mapa em signos fixos

O Ascendente dele é Touro, o signo mais avesso a mudança do zodíaco, e os signos fixos ocupam 36% do mapa. É o desenho de quem cria raiz. Ele passou treze temporadas em Seattle e saiu de lá como líder histórico da franquia em pontos, assistências e roubos de bola, as três coisas ao mesmo tempo. Poucos jogadores da era moderna deixaram uma marca tão inteira num único endereço.

O anel que demorou dezesseis anos

Saturno atravessado no ponto do reconhecimento, a 0,46 grau

Saturno é o planeta do tempo, da espera e da coisa que só vem depois de muito. No mapa dele Saturno bate de frente com o ponto mais alto, o do reconhecimento público, a 0,46 grau. A leitura clássica é a de quem colhe tarde. Ele entrou na NBA em 1990, foi nove vezes All-Star, ganhou dois ouros olímpicos, e só levantou o troféu de campeão em 2006, já veterano, pelo Miami Heat.

A constância de quem não some

Júpiter e Plutão juntos em Virgem, na casa 5

Júpiter é a fartura e Plutão é a força que não se esgota, e os dois estão juntos em Virgem, signo do trabalho miúdo, na casa 5, a do jogo. É a assinatura de quem entrega em alto nível por muito tempo. Ele foi nove vezes All-Star e ganhou dois ouros olímpicos, em 1996 e em 2000.

As conversas do céu

O afeto e a sorte no mesmo passo

Lua num encaixe com Júpiter, a 0,67 grau

A Lua é o humor e Júpiter é o entusiasmo e a fartura. Quando eles conversam de tão perto, a 0,67 grau, esse par costuma indicar gente que contagia um vestiário inteiro com o próprio bom humor. Vale lembrar que a provocação dele nunca foi lida como amargura: era gozação de quem estava se divertindo, e é isso que essa dupla costuma produzir.

A imprevisibilidade indo para o currículo

Urano de bem com a parte de cima do mapa, a 1,29 grau

Urano é o planeta do que não segue a regra, e ele conversa bem com a parte de cima do mapa do Payton, a 1,29 grau. A leitura tradicional é a de quem constrói reputação justamente por não se parecer com o resto da categoria. Um armador baixo, de defesa, que ganha prêmio de melhor defensor, é a definição de carreira que não obedece ao molde.

O charme num embate com a apresentação

Vênus num impasse com o Ascendente, a 1,95 grau

Vênus é o que agrada e o Ascendente é como a pessoa chega. Quando os dois se estranham, como aqui, a 1,95 grau, o resultado tradicional é alguém que precisa ser conhecido para ser gostado. Foi mais ou menos essa a trajetória pública dele: irritante para a torcida adversária durante toda a carreira, querido por todo mundo assim que virou comentarista.

Elementos e aspectos

A mistura dos elementos

  • Água41%
  • fogo27%
  • terra27%
  • ar5%

Os aspectos mais apertados

  • Marte sextil Plutão · 0,4° de folga
  • Saturno quadratura Meio do Céu · 0,46° de folga
  • Quíron sextil Lilith · 0,62° de folga
  • Lua sextil Júpiter · 0,67° de folga
  • Netuno sextil Meio do Céu · 1,1° de folga
  • Urano trígono Meio do Céu · 1,29° de folga

Você sabia?Ele deixou Seattle sendo o líder histórico da franquia em três categorias ao mesmo tempo, pontos, assistências e roubos de bola, o que quase nenhum jogador consegue em um único clube. E tem o detalhe que quase ninguém repara: entre 1996 e 2022, o prêmio de melhor defensor do ano da NBA teve exatamente um armador na lista, e o nome dele era Gary Payton.

Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

De onde vem a hora de nascimento de Gary Payton?
Da fonte declarada logo abaixo do título, Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/gary-payton/), nota AA: registro de nascimento citado. A regra da casa é não publicar mapa sem origem de horário: hora sem fonte transforma o Ascendente e todas as casas em chute, e é justamente aí que a leitura muda mais. Quando a confiança do registro é média, a própria página avisa.
Ter o mesmo signo de Gary Payton quer dizer ser parecido com Gary Payton?
Não, e a lista de pontos aqui do lado mostra por quê. Além do Sol em Leão, Gary Payton tem Lua em Câncer e Ascendente em Touro, e cada um dos outros astros num grau e numa casa. Duas pessoas do mesmo signo solar quase nunca repetem o resto do desenho.
Se a hora estiver um pouco errada, o que muda?
Mudam o Ascendente e a divisão das casas, que dependem da rotação da Terra e viram depressa: poucos minutos já podem trocar o signo que subia no horizonte. Os astros mais lentos praticamente não saem do lugar, então a leitura deles por signo continua de pé mesmo quando o horário é aproximado.
Como comparo o meu mapa com este?
Calcule o seu de graça na calculadora que fica logo abaixo: ela devolve a mesma roda e a mesma lista de pontos que você está vendo aqui. Com os dois lado a lado, fica fácil reparar no que se repete e no que é só seu.

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