Futebol
O mapa astral de Rivellino
Nascimento: 1 de janeiro de 1946, às 03:30, em São Paulo, SP, Brasil. Fonte do horário: Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/roberto-rivellino/), nota AA - Registro de nascimento em mãos.
A geometria real do céu de 01/01/1946
O céu em números
- Sol10°15' Capricórnio · casa 2
- Lua14°56' Sagitário · casa 1
- Ascendente12°55' Sagitário · casa 1
- Meio do Céu29°02' Leão · casa 10
- Mercúrio18°49' Sagitário · casa 1
- Vênus2°45' Capricórnio · casa 1
- Marteretrógrado28°10' Câncer · casa 8
- Júpiter24°50' Libra · casa 11
- Saturnoretrógrado22°19' Câncer · casa 8
- Uranoretrógrado14°25' Gêmeos · casa 7
- Netuno8°35' Libra · casa 11
- Plutãoretrógrado11°17' Leão · casa 9
- Quíron20°11' Libra · casa 11
- Lilith16°13' Escorpião · casa 12
Sol, Lua, Ascendente e o elenco
a carga que ele escolheu carregar
Sol em Capricórnio, casa 2
O Sol mostra a essência da pessoa, e o dele fica em Capricórnio, o signo de quem aguenta peso e não larga compromisso, bem na parte do mapa que fala do que a gente considera patrimônio. Bate com o jogador que segurou dez anos de Corinthians num período sem título nenhum e ainda assim saiu de lá como o maior ídolo da história do clube.
a inquietação de dentro
Lua em Sagitário, casa 1
A Lua mostra o lado de dentro, o que a pessoa sente sem precisar mostrar. A dele fica em Sagitário, o signo de quem precisa de horizonte e não suporta ficar preso à mesma paisagem. É o retrato de alguém que, por dentro, estava sempre de olho no que vinha depois, e ele de fato trocou de cidade e de continente quando quase nenhum brasileiro fazia isso.
o jeito de chegar
Ascendente em Sagitário
O Ascendente é a primeira impressão que a pessoa passa. O dele é Sagitário, cujo símbolo é um arqueiro: alguém que mira de longe e solta. Combina demais com o jogador cuja assinatura era o chute de fora da área, aquele que o goleiro só via depois de entrar.
a cabeça que arriscava
Mercúrio em Sagitário, casa 1
Mercúrio mostra como a pessoa pensa e decide. O dele também fica em Sagitário, junto da Lua, o que dá uma cabeça que aposta alto e não gosta do caminho seguro. Bate com o meia que escolhia o lance difícil quando o simples estava ali do lado.
o afeto que se prova com tempo
Vênus em Capricórnio, casa 1
Vênus é o que a pessoa ama e o que a torna querida. A dele fica em Capricórnio, o signo do carinho sério, que não se declara e sim se cumpre, bem na área que fala de quem a pessoa é. É o eco de um ídolo que nunca precisou se vender: a torcida do Parque São Jorge o chamava de Reizinho, e continua chamando meio século depois.
a força que se acumulava
Marte em Câncer, casa 8
Marte é a força de agir e de brigar pelo que quer. O dele fica em Câncer, o signo do que protege os seus, e ainda por cima andando de marcha a ré, o que a astrologia chama de retrógrado. É uma garra que não sai gritando, que junta pressão por dentro antes de aparecer. Combina com quem não precisava de alarde para ser o dono do time.
O que o mundo vê, e onde isso mora no mapa
A patada atômica
Ascendente, Lua e Mercúrio em Sagitário, o signo do arqueiro
Três peças do mapa dele caem em Sagitário, e o símbolo do signo é justamente um arqueiro que mira de longe e solta a flecha. O jeito de chegar, o que ele sente e o modo como decide, tudo no mesmo naipe da mira comprida. Na Copa de 1970, uma falta dele contra a Tchecoslováquia saiu com tanta violência que os mexicanos passaram a chamá-lo de Patada Atômica. O apelido nasceu do chute, e o chute é a assinatura que esse mapa repete três vezes.
O elástico
Urano, o planeta do inesperado, em cima do ponto que representa o adversário, a 1,5 grau
Todo mapa tem um ponto que representa quem está do outro lado, de frente para a pessoa: o parceiro, o oponente, quem encara. Bem ali, quase colado, está Urano, o planeta do que ninguém viu chegar. É um desenho difícil de ler de outro jeito num jogador cuja marca registrada era o elástico, drible que existe só para enganar quem está a um metro de distância. Ele sempre contou que aprendeu o movimento com Sérgio Echigo, colega de futsal, e que depois o aperfeiçoou. Hoje o mundo inteiro copia a versão dele.
A camisa mais pesada do país
Sol em Capricórnio na casa 2, a do que a pessoa considera seu patrimônio
O Sol dele está em Capricórnio, o signo de quem aguenta carga sem reclamar, e cai na parte do mapa que fala de valor e de patrimônio, do que a gente carrega como sendo nosso. Em 1974, ele vestiu a camisa 10 da seleção brasileira logo depois do Pelé, que é provavelmente a herança mais pesada que um jogador já recebeu neste país. Vestiu e jogou a Copa inteira com ela.
O brasileiro que foi para a Arábia antes de todo mundo
Ascendente em Sagitário, o signo do estrangeiro e da estrada longa
Sagitário é o signo de quem se sente em casa longe de casa, e é ele a porta de entrada deste mapa. Em 1978, quando praticamente nenhum craque brasileiro pensava em jogar fora do eixo Brasil e Europa, Rivellino foi para o Al Hilal, na Arábia Saudita, e ficou três temporadas, ganhando o campeonato saudita e a Copa do Rei por lá. Levou quatro décadas para o futebol do Golfo virar destino de estrela. Ele chegou primeiro.
As conversas do céu
A cabeça que nunca sossegava
Lua e Urano em lados opostos do céu, a 0,52 grau
A Lua é o que a pessoa sente, e Urano é o planeta do susto, do que muda de rota sem avisar. No mapa dele os dois estão em cantos opostos e quase exatos, e esse é o encaixe mais fechado de todo o céu do Rivellino. Costuma dar gente que não consegue ficar muito tempo na mesma paisagem. Na carreira, ele trocou de clube, de estado e de continente, e não terminou onde tinha começado.
O ídolo e o mito
Sol e Netuno se atritando, a 1,65 grau
Netuno é o planeta do sonho, da imagem que a multidão constrói por conta própria. No mapa dele, ele puxa contra o Sol, que é a pessoa de carne e osso. Costuma dar quem vive sendo visto através de uma camada de encantamento e precisa conviver com a distância entre o que é e o que projetam. Rivellino virou Reizinho antes dos vinte e cinco anos, num clube que não ganhava nada: a idolatria chegou antes dos títulos.
A presença que não precisava de grito
Plutão em harmonia com o jeito de chegar, a 1,64 grau
Plutão é o planeta da presença densa, daquela pessoa que entra e o ambiente muda de temperatura sem que ela diga nada. No mapa, ele conversa de forma suave com o modo como o Rivellino se apresentava. A tradição liga esse sinal a quem manda sem precisar levantar a voz. É o meia que era o dono do time num elenco cheio de gente boa.
Elementos e aspectos
A mistura dos elementos
- fogo39%
- ar30%
- terra17%
- Água14%
Os aspectos mais apertados
- Lua oposição Urano · 0,52° de folga
- Nodo Norte sextil Meio do Céu · 0,96° de folga
- Mercúrio sextil Quíron · 1,36° de folga
- Urano oposição Ascendente · 1,5° de folga
- Plutão trígono Ascendente · 1,64° de folga
- Sol quadratura Netuno · 1,65° de folga
Você sabia?Você já ouviu falar do gol mais rápido da história do futebol? O personagem da história é ele. Conta-se que Rivellino viu o goleiro adversário ainda de joelhos, terminando uma oração, e chutou do meio de campo direto da saída de bola, com a partida recém começada. Não existe filmagem, e por isso o feito nunca entrou em livro de recorde nenhum. Mas a história é contada há mais de cinquenta anos e não morre.
Tira-dúvidas
Perguntas frequentes
De onde vem a hora de nascimento de Rivellino?
Ter o mesmo signo de Rivellino quer dizer ser parecido com Rivellino?
Se a hora estiver um pouco errada, o que muda?
Como comparo o meu mapa com este?
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