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O mapa astral de Rubens Barrichello

Rubens Barrichello é de Gêmeos, com Lua em Libra e Ascendente em Virgem (pela hora 12h50, de memória). Nasceu em São Paulo, em 23 de maio de 1972, e foi por anos o piloto com mais Grandes Prêmios na história da Fórmula 1: 19 temporadas, 11 vitórias e dois vice-campeonatos.

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Nascimento: 23 de maio de 1972, às 12:50, em São Paulo, Brasil. Fonte do horário: Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/rubens-barrichello/), nota A: memória (confiança média; o Ascendente pode variar).

A hora (12h50) vem de memória registrada em banco astrológico, não de documento. Ascendente e casas dependem dela e devem ser lidos com margem; o Sol, a Lua e os signos dos planetas valem do mesmo jeito.

  • Sol

    Gêmeos

    quem é

  • Lua

    Libra

    o que sente

  • Ascendente

    Virgem

    como chega

Você sabia?No céu de Rubens, nenhum encontro é mais preciso do que a oposição entre Marte e Júpiter, com só três centésimos de grau de folga. Marte é o motor e Júpiter é o planeta do excesso. É quase o desenho de um piloto que não quer descer do carro, e de fato ele continuou competindo profissionalmente muito depois de deixar a Fórmula 1.

O que o mundo vê, e onde isso mora no mapa

Um recorde de longevidade

Marte em oposição a Júpiter, a 0,03 grau, na casa 10

Quando deixou a Fórmula 1, no fim de 2011, ele tinha mais Grandes Prêmios disputados do que qualquer outro piloto da história, um recorde que só seria superado anos depois. Foram 19 temporadas, de 1993 a 2011, por Jordan, Stewart, Ferrari, Honda, Brawn e Williams. No céu, Marte, a energia de agir, na casa da carreira, faz um cabo de guerra quase perfeito com Júpiter, o planeta do sempre mais. Sempre havia mais uma temporada a dar.

A primeira vitória, sob chuva

Lua em conjunção com Urano na casa 1, a 1,47 grau

Hockenheim, 2000: largando lá de trás no grid, ele venceu pela primeira vez na Fórmula 1, já na Ferrari, depois de apostar em seguir com pneus para pista seca quando a chuva começou a cair num trecho do circuito. Chorou no pódio, e o Brasil chorou junto. A Lua grudada em Urano, o planeta das decisões relâmpago, na casa de como a pessoa age, ecoa esse talento: o instinto que, no segundo decisivo, enxerga o caminho que a lógica não viu.

A pole na chuva de Spa

Sol geminiano no setor do estrangeiro

Em 1994, na segunda temporada, ele conquistou a primeira pole position da carreira, na Bélgica, com uma Jordan, numa classificação com pista molhada que pegou os favoritos de surpresa. Um garoto brasileiro de 22 anos largando na frente, num circuito famoso pela dificuldade, foi o cartão de visita de uma carreira feita longe de casa. O Sol em Gêmeos na casa 9 combina com essa vida aberta ao mundo.

Áustria, 2002

Vênus em Câncer na casa 10, o afeto posto na carreira

Na Áustria, em 2002, liderando a corrida, ele recebeu ordem da Ferrari para deixar Michael Schumacher passar e cedeu a poucos metros da linha de chegada. A vaia foi tanta que o próprio Schumacher o puxou para o degrau mais alto do pódio. Vênus, o planeta dos vínculos, na casa da profissão, desenha um piloto que, por bem ou por mal, colocava o time acima do próprio troféu. Os dois vice-campeonatos dele, em 2002 e 2004, vieram vestindo esse vermelho.

O renascimento na Brawn

Um céu 51% mutável

Em 2009, quando muitos davam a carreira dele como encerrada, a equipe Brawn nasceu das cinzas da Honda e ele voltou a vencer, em Valência e em Monza, aos 37 anos. Com mais da metade dos pontos em Gêmeos, Virgem, Sagitário e Peixes, os signos que se adaptam, o mapa dele combina com quem responde ao fim de um ciclo trocando de carro, nunca parando. A mesma lógica valeu depois na Stock Car, onde foi campeão em 2014.

O sonho na reta oposta

Sol em oposição a Netuno, a 1,33 grau

Netuno, o planeta da miragem e do ideal, ocupa o lado oposto da roda em relação ao Sol dele. A tradição lê uma vida puxada por um sonho que fica sempre um pouco adiante. Cabe no piloto que perseguiu o título mundial por 19 temporadas, chegou duas vezes ao posto de vice e transformou a perseguição numa das carreiras mais longas e queridas da história da categoria.

Ímola, 1994

Plutão retrógrado no fim de Virgem, casa 1

No fim de semana de Ímola, em 1994, ele sofreu um acidente forte no treino de sexta-feira e, dois dias depois, viu o Brasil perder Ayrton Senna, seu ídolo e amigo. Ainda muito jovem, seguiu na Fórmula 1 carregando um peso que nenhum piloto brasileiro escolheria. Plutão, o planeta das grandes transformações, fecha o signo de Virgem, no grau 29, e fica na casa 1, colado à identidade. Não é presságio de nada: é o retrato de alguém que foi testado cedo e escolheu continuar.

Mônaco na chuva, com a Stewart

Lua libriana colada em Urano

Em 1997, no primeiro ano da equipe Stewart, ele terminou em segundo lugar no GP de Mônaco, sob chuva, o primeiro pódio da história do time. Na pista molhada, o instinto conta mais do que o carro, e a Lua junto de Urano, a dupla do reflexo rápido e da decisão no susto, combina com um piloto que ia bem quando a pista ficava imprevisível. Spa 1994, Mônaco 1997 e Hockenheim 2000 têm a chuva em comum.

Sol, Lua, Ascendente e o elenco

a vida em movimento

Sol em Gêmeos, casa 9

Gêmeos é o signo do movimento, da troca e da curiosidade, e o Sol de Rubens está no comecinho dele, na casa 9, onde a astrologia põe as viagens longas e os países distantes. Saturno também está em Gêmeos, na mesma casa. Menino do autódromo de Interlagos, ele construiu a vida inteira do outro lado do oceano, em equipes inglesas e italianas, e passou quase duas décadas morando entre aeroportos. A essência dele esteve sempre em trânsito.

o estalo na hora certa

Lua em Libra, casa 1

A Lua dele, libriana, está colada em Urano, o planeta dos palpites elétricos, a 1,47 grau, logo na casa 1. É o desenho de quem sente a decisão certa num estalo e age antes de ter tempo de explicar. A carreira dele guarda a prova mais famosa disso: a aposta de ficar na pista com pneus de pista seca quando a chuva chegou, na tarde da primeira vitória.

o ajuste fino

Ascendente em Virgem

A primeira impressão é de precisão: naquele começo de tarde paulistana, despontava no horizonte Virgem, o signo do detalhe. A hora vem de memória, então leia com alguma margem. Se estiver certo, combina com o profissional meticuloso que ganhou fama de engenheiro dentro do carro, conhecido por dar retorno técnico detalhado às equipes e por refinar o acerto como poucos.

a cabeça paciente

Mercúrio em Touro, casa 9

O pensamento dele, lido em Mercúrio, é taurino, paciente e constante, e também fica na casa 9. É uma cabeça que pensa devagar e firme, que gosta de método e de repetição. Para um piloto, é o lado que estuda o circuito volta a volta e não se apressa a mudar o que está funcionando. Para um comunicador, e ele virou um nas redes e nas transmissões, é a fala tranquila e bem-humorada.

o carinho que vira apelido

Vênus em Câncer, casa 10

Vênus, o planeta da simpatia, é canceriana, afeto de família, e fica na casa 10, a vitrine profissional do mapa. Bate com o piloto que o Brasil chama no diminutivo, Rubinho, como se fosse da casa. Vênus também conversa em harmonia com o Ascendente, outro sinal de alguém que desperta carinho antes de despertar admiração.

a energia que não aceita parar

Marte em Câncer, casa 10

Marte, o motor da ação, também está em Câncer, vizinho de Vênus, na casa 10. E encara Júpiter numa oposição a 0,03 grau: nenhum outro aspecto deste mapa é tão exato. Marte em Câncer luta pelo que ama, e Júpiter amplia tudo o que toca. É a assinatura de quem não quer encerrar a corrida: depois da Fórmula 1 veio a Stock Car, e depois dos 50 ele seguia acelerando.

♈♉♊♋♌♍♎♏♐♑♒♓123456789101112⚷☿☉♄♀♂♇☽♅⚸♆♃ASCMCastroportal.com.br

A geometria real do céu de 23/05/1972

O céu em números

  • Sol2°36' Gêmeos · casa 9
  • Lua13°04' Libra · casa 1
  • Ascendente6°26' Virgem · casa 1
  • Meio do Céu13°35' Gêmeos · casa 10
  • Mercúrio18°37' Touro · casa 9
  • Vênus4°30' Câncer · casa 10
  • Marte7°06' Câncer · casa 10
  • Júpiterretrógrado7°04' Capricórnio · casa 4
  • Saturno8°57' Gêmeos · casa 9
  • Uranoretrógrado14°33' Libra · casa 1
  • Netunoretrógrado3°55' Sagitário · casa 3
  • Plutãoretrógrado29°23' Virgem · casa 1
  • Quíron16°00' Áries · casa 8
  • Lilith10°01' Escorpião · casa 2

As conversas do céu

O apelido no diminutivo

Vênus e Ascendente, sextil de 1,92 grau

A afeição que Vênus representa conversa bem com o jeito dele de chegar. Costuma dar pessoas que despertam carinho antes de despertar admiração. O Brasil confirma: mesmo entre recordes e pódios, quase ninguém o chama de Barrichello. Ele é o Rubinho.

Talento com respaldo

Júpiter e Ascendente, trígono de 0,64 grau

O planeta das oportunidades faz um trígono com o signo nascente, desenho clássico de quem é visto com boa vontade e recebe convites. Ele passou por seis equipes na Fórmula 1, incluindo a Ferrari no auge, e sempre foi chamado de volta pela fama de profissional confiável.

Sentir junto com o público

Lua e Meio do Céu, trígono de 0,52 grau

As emoções, lidas na Lua, e a reputação, lida no Meio do Céu, se dão bem neste mapa. Costuma dar uma figura pública que mostra o que sente, e o público sente junto. As lágrimas de Hockenheim e as homenagens a Ayrton Senna, ídolo e amigo dele, ficaram na memória de muita gente justamente por isso.

O choque que vira impulso

Urano e Meio do Céu, trígono de 0,95 grau

Urano, o planeta da reviravolta, ajuda o topo do mapa em vez de atrapalhar, e isso combina com uma trajetória marcada por guinadas que acabaram abrindo portas: a saída da Ferrari, o quase fim com a Honda, o renascimento com a Brawn, a mudança para a Stock Car. Cada susto virou um começo novo.

A ferida que vira cuidado

Urano em oposição a Quíron (1,45 grau)

Quíron leva o nome do centauro curador da mitologia grega, que ensinava a partir da própria dor. Na frente dele está Urano, o planeta da ruptura. Combina com uma carreira atravessada por sustos e guinadas, e com o veterano que depois virou referência de cuidado com os mais jovens, incluindo os próprios filhos, que também correm.

Elementos e aspectos

A mistura dos elementos

  • ar34%
  • terra27%
  • Água27%
  • fogo12%

Os aspectos mais apertados

  • Marte oposição Júpiter · 0,03° de folga
  • Lua trígono Meio do Céu · 0,52° de folga
  • Júpiter trígono Ascendente · 0,64° de folga
  • Marte sextil Ascendente · 0,67° de folga
  • Urano trígono Meio do Céu · 0,95° de folga
  • Sol oposição Netuno · 1,33° de folga

Tira-dúvidas

Perguntas frequentes

Qual o signo de Rubens Barrichello?
Rubens Barrichello é de Gêmeos. Ele nasceu em 23 de maio de 1972, em São Paulo, com o Sol nos primeiros graus do signo, poucos dias depois da saída de Touro.
Qual o ascendente de Rubens Barrichello?
Pela hora registrada, 12h50, o Ascendente dele é Virgem. A hora vem de memória, não de certidão, então o Ascendente é provável, mas não garantido.
Qual a Lua de Rubens Barrichello?
A Lua dele está em Libra, praticamente junto de Urano. É uma combinação de intuição rápida e de busca por equilíbrio.
Rubinho é de Touro ou de Gêmeos?
De Gêmeos. Em 1972 o Sol entrou em Gêmeos dois ou três dias antes do nascimento dele, em 23 de maio, então não há dúvida sobre o signo.
Quantas vitórias Rubens Barrichello teve na Fórmula 1?
Foram 11 vitórias em 19 temporadas, nove pela Ferrari e duas pela Brawn, em 2009. Ele também foi vice-campeão mundial duas vezes, em 2002 e 2004.
De onde vem a hora de nascimento de Rubens Barrichello?
Da fonte declarada logo abaixo do título, Mapa do Céu (https://www.mapadoceu.com.br/pt/mapa/rubens-barrichello/), nota A: memória. A regra da casa é não publicar mapa sem origem de horário: hora sem fonte transforma o Ascendente e todas as casas em chute, e é justamente aí que a leitura muda mais. Quando a confiança do registro é média, a própria página avisa.
Ter o mesmo signo de Rubens Barrichello quer dizer ser parecido com Rubens Barrichello?
Não, e a lista de pontos aqui do lado mostra por quê. Além do Sol em Gêmeos, Rubens Barrichello tem Lua em Libra e Ascendente em Virgem, e cada um dos outros astros num grau e numa casa. Duas pessoas do mesmo signo solar quase nunca repetem o resto do desenho.
Se a hora estiver um pouco errada, o que muda?
Mudam o Ascendente e a divisão das casas, que dependem da rotação da Terra e viram depressa: poucos minutos já podem trocar o signo que subia no horizonte. Os astros mais lentos praticamente não saem do lugar, então a leitura deles por signo continua de pé mesmo quando o horário é aproximado.
Como comparo o meu mapa com este?
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